Facebook faz demissão em massa e demite 11 mil funcionários

Urgente

Dezembro começou tempestuoso para a gigante Facebook, principalmente para seus funcionários. 

Depois que Elon Musk assumiu a gestão do Twitter e demitiu cerca de 3,7 mil funcionários, foi a fez do CEO do Meta, Mark Zuckerberg fazer o mesmo e anunciar uma demissão em massa que afetaria mais de 11 mil funcionários.

A partir de quarta-feira (9) de novembro, Zuckerberg desligou 11 mil funcionários, do seu quadro de 87 mil colaboradores. O novo corte de 13% entrou para a história, se tornando a maior demissão em massa que já ocorreu entre as big techs. 

Conforme disse Zuckerberg, “…vejo as demissões como um último recurso, então decidimos controlar outras fontes de custo antes de deixar os companheiros de equipe irem embora”. E para quem ficou, ele afirma que será um momento difícil, principalmente diante das incertezas do futuro da companhia, mas “…que saibam que estamos tomando essas decisões para garantir que o nosso futuro seja forte.”. 

Facebook e o suporte aos demitidos

A Meta, empresa mãe de Facebook, WhatsApp, Instagram e outros, explica que dará suporte aos funcionários afetados pelo novo corte, e que dará algum tipo de ajuda financeira. 

O auxílio que por hora está listado apenas para os funcionários dos Estados Unidos, contam com os seguintes auxílios: 

  • Pagamento de 16 semanas de salário-base adicionados de outras duas semanas para cada ano de serviço, sem limite;
  • Pagamento de folga remunerada;
  • Recebimento das ações restritas de 15 de novembro deste ano;
  • Seguro de saúde para os funcionários afetados e suas famílias por seis meses;
  • Três meses de serviços de suporte de carreira com um fornecedor externo, com acesso antecipado a oportunidades de trabalho; e
  • Apoio à imigração.

Apesar de não explicar se o mesmo valerá para os demais funcionários ao redor do mundo, Zuckerberg afirma que  todos contarão com medidas semelhantes. 

As mudanças na Meta

Em uma nova carta, Mark Zuckerberg, explica que algumas mudanças serão necessárias para tornar a “empresa mais enxuta e eficiente”, para que assim possam enfrentar a recessão global que especula, está por vir. 

Conforme documento, Zuckerberg diz,”Estamos reestruturando as equipes para aumentar nossa eficiência. Mas essas medidas por si só não vão alinhar nossas despesas com o crescimento de nossa receita, então também tomei a difícil decisão de demitir pessoas.”

Conforme o documento, a Meta irá congelar as novas contratações até o primeiro semestre de 2023, com apenas algumas exceções e que incluirá cortes de gastos discricionários.

Precisamos nos tornar mais eficientes em termos de capital”, disse o CEO da big tech. 

Essas mudanças vieram após um ano onde as perspectivas de receita foram menores do esperado, forçando a Meta a novas estratégias para manter a eficiência. Mas, Zuckerberg explica que, “Estou confiante de que, se trabalharmos com eficiência, sairemos dessa crise mais fortes e resilientes do que nunca”

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